KZVM - Soluções em Sinalização e PDV

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10 de outubro de 2017

IMS Paulista é inaugurado com comunicação visual executada pela KZVM

Nascido em 1992, em Poços de Caldas (MG), o Instituto Moreira Salles é uma instituição cultural que guarda importantes patrimônios brasileiros nas áreas de fotografia (principal destaque), música, literatura e iconografia. Criado por Walther Moreira Salles e com sedes também no Rio de Janeiro e São Paulo, o Instituto já promoveu mais de 380 exposições em todo o Brasil.

 

No último dia 20 de setembro foi inaugurado na Av. Paulista, em São Paulo, a nova sede do IMS. O prédio de sete andares entre as ruas da Consolação e Bela Cintra, abrigará parte do acervo do Instituto e será o principal local de exposição do IMS na cidade.

 

O centro cultural foi projetado pelo escritório Andrade Morettin Arquitetos, e abriga além das áreas de exposições, com mais de 1200m2, um cineteatro, uma biblioteca de fotografia, salas de aula, uma loja e livraria e o café-restaurante Balaio.

 

A KZVM se orgulha de ter participado do projeto com a execução da comunicação visual do prédio. As peças foram produzidas de forma a não interferirem nas exposições ao mesmo tempo que leva informação e segurança aos frequentadores do Instituto.

 

O Centro Cultural

 

O grande destaque do IMS Paulista é sem dúvidas a Biblioteca de Fotografia. Com capacidade para 30 mil itens, ela guarda periódicos, acervos de grandes nomes da fotografia do país, coleções estrangeiras, entre outros tesouros que têm como principal finalidade incentivar a pesquisa no campo fotográfico e colaborar com a compreensão da fotografia.

 

Na área de exposições, a mostra “Os americanos” de Robert Frank traz 83 fotografias, uma das poucas séries completas da obra do fotógrafo. A exposição é resultado da viagem de Frank pelos Estados Unidos na década de 50 e traz um verdadeiro panorama dos moradores americanos daquela época.

 

The Clock, uma videoinstalação com trechos de filmes onde são mostrados relógios, foi criada pelo artista americano Christian Marclay. A instalação mostra as 24 horas do dia em diversos relógios do cinema e os fragmentos sempre mostrarão a hora exata em que o visitante está observando a cena.

 

Gerar conhecimento a partir de seus acervos é o próximo passo que deve ser seguido pelo Instituto Moreira Sales. Nesse sentido, o IMS vem procurado estabelecer convênios e intercâmbios com universidades, brasileiras e estrangeiras, e com outros museus. A inauguração do IMS Paulista é um grande passo neste sentido.

 

Veja na nossa galeria mais fotos do projeto executado pela KZVM: http://www.kzvm.com.br/ims/

 

Serviço

IMS Paulista (https://ims.com.br/)

Avenida Paulista, 2424, São Paulo

Tel.: 2842-9120

imspaulista@ims.com.br

Horários:

De terça a domingo (inclusive feriados), das 10h às 20h

Quinta, das 10 às 22h

Entrada gratuita.

7 de junho de 2017

KZVM no Pinterest

 

Agora você pode encontrar a KZVM também no Pinterest.

 

O Pinterest é uma rede social que permite aos usuários compartilhar fotos e vídeos de diferentes sites em murais chamados boards. Cada usuário cria os seus próprios boards de acordo com seus interesses. O objetivo é guardar informações e criar grandes murais de inspiração sobre diferentes assuntos.

Você pode salvar, compartilhar com amigos e visitar o site das imagens publicadas no Pinterest.

 

Todos os nossos projetos já estão por lá separados em boards para tornar mais fácil a organização de quem quiser acompanhar o nosso trabalho também por lá.

 

Para seguir os nossos boards, acesse: https://br.pinterest.com/kzvmbrasil/boards

 

A imagem pode conter: texto

 

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15 de setembro de 2014

Você sabe o que é WAYFIDING?

Quantas vezes você já teve dificuldades para se localizar em um determinado local?! Quantas vezes você já teve dificuldades para encontrar o que procurava em um determinado espaço?! Pois é, mas saiba que isso não é uma dificuldade apenas sua, assim como nem sempre a culpa é sua. Este problema pode ser causado também pela falta de um sistema de wayfinding bem planejado.

Wayfinding é um conjunto de pistas constituídas por elementos visuais, auditivos, táteis, entre outros, que permitem às pessoas se movimentarem dentro de um espaço de maneira segura e informada.

 

As quatro etapas  do wayfinding

  • Orientação: é referente à consciência de posicionamento do indivíduo frente a elementos que estão próximos a ele e ao destino. Esta etapa pode ser facilitada caso seja possível dividir o espaço em tamanhos menores e de fácil identificação.
  • Escolha de rota: é referente à escolha de um caminho que leva o indivíduo até o destino desejado. Esta etapa pode ser facilitada caso não existe um grande número de caminhos alternativos, e os caminhos curtos são preferidos, em relação aos caminhos longos.
  • Observação da rota: é referente à observação e análise do caminho, ou seja, o indivíduo vai se locomovendo e tendo a confirmação se está indo no sentido desejado. Caso o caminho seja claro (com princípio, meio e fim), a pessoa sempre saberá onde está.
  • Reconhecimento do destino: é o reconhecimento do destino quando chegamos a este. Esta etapa pode ser facilitada se o indivíduo perceber que o local de destino é o ponto final de uma rota, e caso o local tenha alguma identificação de que é o ponto de destino.

 

Os princípios do wayfinding

Segundo um estudo do Instituto MIT, para se ter um sistema de wayfinding eficaz é preciso seguir alguns princípios, detalhadas abaixo:

  • Criação de uma identidade em cada local, diferente de todos os outros: é preciso dar a cada espaço navegável uma identidade única onde o indivíduo possa associar os elementos mais próximos com o macro-espaço. E quando se fala em identidade é o que faz parto de um espaço diferenciável de outro.
  • Use pontos de referência para fornecer pistas de orientação e locais memoráveis: esses pontos podem ter dois propósitos distintos. O primeiro é ser como um ponto para que o indivíduo possa dizer onde está. E o segundo é quando esses pontos tornam-se memoráveis, sendo de fácil reconhecimento para todos.
  • Criar caminhos bem estruturados: quando se fala em caminhos bem estruturados, quer-se dizer em caminhos que são contínuos e possuem um começo, meio e fim, em cada sentido pelo qual é visto. Além disso, devem mostrar um progresso  ao indivíduo.
  • Criar regiões de diferentes características visuais: dentro do macro-espaço, é preciso dividí-lo em regiões com uma identidade distinta das demais, onde cada uma terá um conjunto de atributos visuais característico. As regiões podem não ter limites, mas é consenso que uma determinada área pertence a uma região, e não à outra.
  • Não dar ao usuário muitas opções na navegação: este princípio indica que o sistema de wayfinding deve ter um caminho principal para que os indivíduos possam seguir.
  • Utilize pontos de vista de pequisa: por exemplo, um mapa é uma valiosa ajuda à navegação, por colocar todo o espaço dentro de ponto de vista do indivíduo. Com isso, ele pode saber o que está próximo a si (vizinhança), quais os destinos disponíveis, quais rotas ele poderá utilizar, tamanho do espaço, distância até o destino.
  • Fornecer sinais em pontos de decisão para auxiliar a decisão: estes pontos de decisão são os “locais” onde o indivíduo precisará tomar uma decisão (continuará na rota ou mudará de direção?). E este sinal deve conter informações adicionais para auxiliar o indivíduo na tomada da decisão.

 

Exemplos

Um belo exemplo de utilização do sistema wayfinding é o do Eureka Tower Car Parkque fica na cidade australiana de Melbourne. O sistema foi desenvolvido por Axel Peemoeller.

 

Wayfinding do “Eureka Tower Car Park” na cidade de Melbourne

Projeto desenvolvido para a sinalização do câmpus de uma universidade não identificada


RAPHAEL T.INOUE
 é gestor da Revista Cliche e graduado em Design Gráfico pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná.
Crédito da imagem: Site Revista Cliche

17 de dezembro de 2013

Análise: Não vai demorar para inventarem edifícios em forma de logomarca

O vidro revolucionou o comércio universal com vitrines parisienses das galerias do século 19.

A transparência do material também foi um dos temas mais presentes no desenvolvimento da arquitetura moderna: após milênios protegidos por espessas paredes, parte da humanidade ganhou contato visual direto com o exterior em parte graças a tecnologia do vidro.

Agora, na São Paulo pós-Lei Cidade Limpa, o vidro novamente é a vedete. Contudo, no lugar de estimular o comércio ou de inspirar a vanguarda arquitetônica, o material está na ribalta por ajudar a burlar a legislação que protegeu a cidade da publicidade excessiva.

A transparência é usada em uma brecha da lei que não regula logotipos instalados um metro para dentro do edifício. A ideia corrobora com a anedota da desobediência civil generalizada às leis que parece incorporada ao imaginário nacional.

Hipoteticamente, lojas e serviços que adotam esta estratégia devem sentir-se beneficiados por trocar o custo de indisponibilizar metros quadrados construídos em áreas nobres da cidade em troca de publicidade.

Contudo, o resultado prático disto que poderíamos chamar de “publicidade interna” não é o mesmo das antigas publicidades externas: os logotipos são camuflados por reflexos e sombras. A ironia é que o vilão é justamente o personagem que permite burlar a lei –o vidro.

Para impedir excessos, qual deveria ser a resposta do legislador? Difícil imaginar como censurar aquilo que está dentro dos edifícios: se aumentarem a medida para mais de um metro, os criativos farão letras maiores e mais recuadas; se proibirem marcas no interior do edifício visíveis da rua, não demorará para inventarem os edifícios em forma de logomarca.

 

FERNANDO SERAPIÃO é crítico de arquitetura e editor da revista “Monolito”
Crédito da imagem: Site Outra Vista 3D Creative Studio

21 de novembro de 2013

O papel da sinalização e a retenção de clientes no ponto de venda

O aspecto visual de um PDV é fundamental para atrair clientes.

A visão é responsável por 83% da percepção humana. O impacto visual de objetos, lugares e pessoas é, sem dúvida, o registro positivo, ou não, que torna-se referência e parâmetro para quem observa. Com o varejo e com as marcas, não é diferente.

O aspecto visual de um ponto de venda é fundamental para atrair clientes. Com menos tempo e mais exigentes, os consumidores buscam um varejo objetivo, ou seja, que revele claramente seu posicionamento no mercado.

Hoje, a relação do consumidor com o ponto de venda é muito rápida. As pessoas querem saber onde estão as coisas e prezam pelo autosserviço, por isso, optam pelo acesso rápido ao produto e por informações claras e concisas. Assim, a sinalização desenvolve um papel fundamental na atração, retenção e efetivação de vendas.

Mais que serviço, o shopper busca um ponto de venda com identidade e, a sinalização, se bem alinhada e coerente, transmite esses valores ao cliente. Sinalização não é apenas indicador e, sim, parte do todo. Assim, percurso de loja, iluminação, embalagem e categorização de produtos são aspectos intrínsecos na sinalização.

Recentemente, desenvolvi um projeto de sinalização para uma marca de produtos hospitalares em que a proposta principal era ter o apelo visual aliado às informações necessárias para uso dos produtos. O ambiente, todo dividido em categorias, agrupou os produtos e permitiu ampliar o espaço dos corredores possibilitando uma circulação mais convidativa e informativa. O resultado comercial desse projeto alcançou dois dígitos no lucro da loja.

Hoje, recebemos diariamente cerca de 1.600 novas informações. Desse montante, uma pequena parte é percebida e outra ainda menor é absorvida pelo consumidor. Por isso, buscar diferencial no ponto de venda aliando a sinalização e a informação é um método inteligente e comprovadamente positivo de atrair e reter o cliente.

Em média, o shopper, quando entra na loja, leva em torno de três segundos para perceber o ponto de venda e definir se vai entrar, pesquisar e comprar naquele ambiente, ou não.

A sinalização vem com a missão de organizar, tornar o espaço atrativo e convidativo e, principalmente, conversar com o público-alvo do varejo. É importante ressaltar que, um projeto de sinalização bem estruturado, estuda o shopper, conhece o comportamento do consumidor e o lifestyle do público em questão. Os interesses mudam de acordo com a faixa etária, sexo, classe social, entre outros pontos.

Atualmente, a sinalização desempenha o papel de orientar, convidar, atrair e ambientar o espaço para a percepção do cliente. Os grandes magazines, por exemplo, mudaram o conceito de sinalização. Hoje, as lojas não são mais um “mar de roupas”, os produtos são trabalhados por ilhas, nichos e categorias. O espaço masculino recebeu uma nova leitura, assim como a ala infantil, feminina, eletroeletrônicos, e assim consecutivamente.

Sem dúvida, sinalizar é uma ferramenta tão importante para o marketing no varejo quanto as outras técnicas, como o atendimento, ações comerciais e o visual merchandising. A sinalização organiza o ponto de venda, informa e orienta o shopper cumprindo o papel de apresentar destacar e tornar claro o objetivo e foco do varejo.

 

*Ana Costa é diretora executiva do POPAI Brasil